A APLB Feira realizou, na última quinta-feira (12), a 1ª Assembleia da Rede Municipal de 2026, reunindo centenas de trabalhadoras e trabalhadores em educação do município para debater e construir o plano de lutas para este ano.
A atividade contou com a participação do professor Rui Oliveira, coordenador-geral da APLB Sindicato, e de Jairo Araújo, presidente da Federação dos Comerciários da Bahia (FEC), que reforçaram a importância da mobilização e da unidade na defesa dos direitos da categoria. Também esteve presente a supervisora técnica regional do Dieese, Ana Georgina Dias, que prestou esclarecimentos sobre as alterações no Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos de Feira de Santana e no Imposto de Renda da Pessoa Física.
Durante a assembleia, foram apresentados informes sobre a audiência realizada no dia 11 com o secretário municipal de Educação, Pablo Roberto. Na reunião, o secretário informou que publicará no Diário Oficial, após o Carnaval, a convocação da comissão responsável pela reformulação do Plano de Carreira, incluindo a análise da tabela salarial.
Ficou acordado que, até o horário da assembleia, o secretário daria uma resposta sobre a proposta de reajuste do Piso Salarial de 5,4%, retroativo a janeiro, conforme fixado pelo Ministério da Educação. No entanto, não houve retorno por parte da Secretaria. Também não foram apresentadas respostas em relação aos demais pontos da pauta de reivindicações.
Diante da ausência de posicionamentos concretos, a assembleia aprovou a paralisação da Rede Municipal no dia 24 de fevereiro, com mobilização na sede da Secretaria Municipal de Educação. Na mesma data, está prevista uma reunião com a Comissão do Plano de Carreira.
Após a assembleia, foi realizado um Bailinho de Carnaval, com apresentação do Coral da APLB Feira e banda, que animaram a categoria com marchinhas e músicas carnavalescas.
A diretoria da APLB Feira reafirmou que somente com organização, unidade e mobilização será possível garantir o cumprimento dos direitos, a valorização profissional e o respeito às trabalhadoras e aos trabalhadores em educação.


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